Otimização de Tempo e confiabilidade nas Avaliações

Nossa Plataforma permite uma Análise com mais agilidade de tempo através de acesso por PC e dispositivos de Tablet e Celular, otimizando o tempo de análise e permitindo maior confiabilidade nos resultados, não gerando a necessidade papeis. Com a análise dinâmica e comparativa dos levantamentos realizados, apresenta resultados imediatos que de acordo com o tipo, já permite um pré diagnóstico, direcionando as ações futuras.

Metodologias, Ferramentas e Questionários

Nossa Plataforma dispõe de vários Métodos / Ferramentas / Questionários conforme a necessidade de análise, já otimizando os resultados e realizando uma análise comparativa, proporcionando um aprofundamento de informações por empregado e empresa. Com um olhar mais aprofundado, traz uma Metodologia de Custeio para a Ergonomia através e uma análise técnica e financeira, abrangendo uma estimativa inicial de custos e a posterior aferição desses custos, decorrentes da ausência de Ergonomia no delineamento das situações em estudo, direcionando os cálculos dos custos das correções, ou investimentos necessários e a avaliação dos benefícios aportados pela nova concepção, proporcionando ações com mais efetividade que impactam no negócio, economicamente, quanto a saúde, qualidade de vida e produtividade no trabalho.

Hospedagem em Nuvem

Sem a necessidade de instalação local, nossa plataforma fica hospedada em nuvem, permitindo o acesso de qualquer lugar do mundo apenas pelo navegador de internet seja com um PC, Tablet ou Celular. O Software disponibiliza acessos individualizados conforme a graduação do profissional Ergonomista, permitindo uma análise mais integrada e com características de compartilhamento de dados entre estes profissionais.

O Software

Já idealizado prevendo as alterações da NR 17 com critérios para a realização do Levantamento Preliminar das Situações de Trabalho, disponibilizando uma ferramenta técnica para a atendimento ao subitem previsto, além da estrutura para a Análise Ergonômica do Trabalho e seu Gerenciamento dos Fatores de Risco Ergonômicos, inseridos na nova NR 1, no GRO e o PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos. Integra um gerenciamento do processo de levantamento, coletada de dados, análises quanto aos domínios de especialização, permitindo ao Ergonomista uma visão mais dinâmica e controlada da evolução dos trabalhos. Com uma interface integrada, já permitirá ao Ergonomista a construção do Plano de Ação e da Análise Ergonômica do Trabalho ao finalizar os levantamentos e coleta de dados, permitindo a interação e personalização do documento final já disponibilizando em pdf.

Suporte Técnico

Suporte técnico online, via e-mail ou whatsapp

Backups

Por estar hospedado em nuvem contratando nossos planos você terá acesso a backups diários da sua base, aumentando assim a segurança dos seus dados.

Treinamento em video

Disponibilizamos aos nossos cliente videos de treinamento ensinando a utilizar a plataforma

Atualizações constantes

Acompanhando as mais diversas legislações e novos métodos, nossa plataforma esta sempre em evolução.

Blog

Elaboração de uma AET – Análise Ergonômica do Trabalho

Elaborar uma AET – Análise Ergonômica do Trabalho é muito fácil, basta pedir em grupos de discussão um modelo e adaptar à realidade da empresa.

Quando nos deparamos com condições semelhantes ao que foi apresentado, vemos o quanto está distorcida a elaboração da AET por muitos profissionais que se dizem Ergonomistas ou que se consideram especialistas devido a curso que o Capacitou.

Elaborar uma AET demanda de especialização obtida em uma Pós-Graduação, vivência, experiência e constante atualização, onde diversas nuances que este profissional identificará com sua expertise, enriquecendo o trabalho de Coleta de dados, Análise e consequentemente as ações para adequações.

Mas não seria um “Laudo Ergonômico” ?

Não, a NR 17 em seu contexto não descreve a elaboração de uma Laudo, mas sim de uma Análise Ergonômica do Trabalho.

17.1.2 Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a Análise Ergonômica do Trabalho, devendo a mesma abordar, no mínimo, as condições de trabalho, conforme estabelecido nesta Norma Regulamentadora.

A Ergonomia procura modificar o processo de trabalho para adequar a atividade às características, habilidades e limitações das pessoas, com vistas ao seu desempenho eficiente, confortável e seguro, reduzir Doenças ocupacionais, cansaço do trabalhador, possibilidade de erros, acidentes de trabalho, ausências no trabalho, custos operacionais e aumentar o conforto do trabalhador, a produtividade e a receita da empresa.

A Análise Ergonômica deve ser elaborada inicialmente por meio de uma Demanda (Absenteísmo, Afastamentos, Perdas na Produção, etc.) que a empresa apresenta, onde em alguns casos ocorre que a empresa as vezes não informa haver uma Demanda.

Ao se iniciar a Análise, o Ergonomista acaba identificando correlações com a Demanda apresentada e outras situações as quais a empresa não tinha visibilidade quanto a possibilidade de afastamentos, perdas entre outras situações.

A Análise Ergonômica envolve uma participação Multidisciplinar envolvendo o Ergonomista, Fisioterapeuta, Médico do Trabalho e Psicólogo, face as exigências descritas na NR 17.

A maioria das situações de trabalho coloca problemas ergonômicos facilmente detectados pelo Auditor-Fiscal do trabalho que não demandam a opinião de Ergonomistas, o que abre precedentes para inicialmente a empresa ser Notificada para que elabore a AET e Multa caso não atenda a Notificação ou a AET não corresponda com as exigências previstas pela NR 17.

Juiz de Fora, 05 de Agosto de 2019.

Olhando Além do que se Tem

Têm-se, em vários grupos de discussão, a disseminação de pedidos e a apresentação de dúvidas que, se analisarmos, muitas são inaceitáveis, visto pertencerem ao conjunto básico de informações que um profissional da área de Segurança e Medicina do Trabalho deve possuir.

Complementando, ainda nesses grupos, profissionais formulam respostas que auxiliam a dirimir as dúvidas, como também apresentam respostas errôneas ou respostas que acabam complicando mais ainda a dúvida apresentada, gerando discussões sem nenhuma produtividade.

O reflexo dessa situação nos remete ao Capítulo inicial deste livro com o desenvolvimento gradual das informações que foram aplicadas até o último Tópico, trabalhando evolutivamente o processo de trabalho diário.

Olhar além do que se tem.

O que seria uma interpretação para essa frase?

Inicialmente, vamos atentar para um fator, ao qual não importa se homem ou mulher, pois cada profissional, durante sua formação ou já em atividade, vai a cada dia adquirindo experiência e vivência ao deparar com inúmeras situações.

O material necessário para consulta é importante, desde que você saiba utilizá-lo, bem como a proatividade e a busca de novos desafios.

De que adianta possuir muito material (CD’s, DVD’s, livros, apostilas etc.) se nada disso for aplicado e muito menos souber como aplicar; é como possuir um equipamento de última linha e nem menos saber onde se liga e o que ele pode fazer.

Cada profissional vai criar sua forma de trabalho, sua abordagem e seu crescimento nas relações humanas e nos aspectos técnicos.

Nos segmentos de trabalho, a informação e a necessidade de esclarecimentos e modelos são intrínsecas, visto não ser possível, quando no período do curso, abranger tudo.

Vejamos alguns exemplos:

1. Atividades em Rodovias;

2. Atividades Portuárias;

3. Atividades “Off Shore” e Embarcado;

4. Atividades em Plantas Químicas;

5. Atividades Aéreas;

6. Atividades de Obras de construção de dutos para transmissão de gás;

7. Atividades Florestais.

Muitas particularidades estão presentes em cada segmento apresentado, como também muitas ferramentas e exigências de Clientes onde sua empresa estiver atuando.

Então, olhar além do que se tem é também não estar preso em sua cidade ou em crenças de que este ou aquele segmento é muito difícil ou não é possível trabalhar em tal lugar; tudo dependerá de você ter um olhar diferente, encarando como um novo desafio.

Juiz de Fora, 05 de Agosto de 2019.

Um bom Negócio

Um negócio bem-sucedido não começa por uma ideia criativa, a semente de qualquer empreendimento é a percepção de uma lacuna de consumo, isto é, uma necessidade não-atendida do mercado.

Então temos uma pergunta.

Onde estão os bons negócios ?

Começa pela simples busca do que hoje não se tem para uma demanda existente, ou seja, o que está faltando para se atender supostos problemas de Clientes; o que abre uma perspectiva de um nicho ainda não explorado no mercado de Segurança e Medicina do Trabalho.

Aí está o grande desafio para os profissionais que atuam nestas áreas !

Fazer o dito “feijão com arroz” não é, será mais suficiente para prover um diferencial na área, algo mais deve ser introduzido de forma que agregue novos valores e novas perspectivas.

O que pode estar faltando ?

O que pode fazer a diferença ?

O que seria inovador ?

São perguntas que geram o grande desafio para uma nova era para a Segurança e Medicina do Trabalho com a atualização e modernização das Normas Regulamentadoras.

Mas todo o engajamento para se obter tais respostas traz em seu bojo a cobrança do aperfeiçoamento profissional, da ousadia, da inovação e principalmente da condição dos profissionais de Segurança e Medicina do Trabalho saírem da “Zona de Conforto”.

Não estamos aqui promovendo que devem haver mudanças radicais ou criação de programas que tenham em sua estrutura propostas inconclusivas e sem uma base técnica, pelo contrário, que as inovações seja bem-vindas, mas com a coerência e a base bem estruturada, de forma que o “novo” seja realmente inovador quanto a se obter resultados e promover a grande mudança na ótica de que a Segurança e Medicina do Trabalho possam gerar o retorno financeiro para as empresas, a qualidade nos ambientes de trabalho e demonstrem que o que se pensam hoje como custo, na verdade, é um investimento.

Por fim, toda mudança sempre irá gerar uma resistência, mas como não deixar esta possibilidade ocorrer ?

Temos aí mais um novo desafio. Ser inovador, ser um diferencial, demanda ser também um excelente estrategista, planejador e um profissional aberto para aceitar tanto críticas como elogios, aí está a essência, em administrar esta polaridade tão intensa e bilateral.

Fala-se muito da indústria 4.0, e para que a Segurança e Medicina do Trabalho sejam integradas a este novo sistema, faz-se necessário evoluir; uma evolução que abarque tecnologias, novos sistemas, novos pensamentos, novas atitudes e novas formas de se manter atualizado.

Tudo traz à tona uma pergunta:

Onde você, como profissional quer estar ?

                                                                                        Juiz de Fora, 07 de Setembro de 2019.

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